Segurança
que conecta
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A Contacta leva o melhor da tecnologia em Segurança da Informação para a sua empresa, proporcionando proteção contra ameaças cibernéticas e vazamento de dados

Soluções de Segurança da Informação

Proteja usuários, dados e aplicações com soluções de segurança personalizadas para o seu negócio

Proteja suas aplicações e dados em nuvem, com soluções que garantem segurança e alta performance.

Garanta proteção para os seus usuários, independente do lugar ou do dispositivo que ele esteja usando.

Leve mais segurança para a sua rede corporativa, garantido proteção e alta disponibilidade para dados e aplicações on premise.

Ofereça navegação segura para os seus usuários e proteja a sua empresa contra sites maliciosos e ameaças web.

Integre diferentes soluções de segurança, colete dados e garanta a visibilidade para prevenir e responder rapidamente a ameaças cibernéticas.

Conte com soluções que facilitam a aderência à legislação e garanta governança dos sistemas e dados da empresa.

Identifique e corrija falhas de segurança nas aplicações ao longo de todo o desenvolvimento, através de integrações, controles eficientes e automações.


Conte com nosso time de especialistas para apoiá-lo de ponta a ponta nos seus desafios de segurança

Implantação de Soluções

Projetos de segurança da informação desenvolvidos sob medida, de acordo com as necessidades e objetivos estratégicos de cada cliente.

Migração para a Cloud

Os especialistas da Contacta ajudam você a garantir mais segurança, eficiência e controle de custos na sua jornada de migração para a nuvem.

Suporte especializado

A Contacta conta com um time de especialistas certificados e a expertise de mais de 30 anos lidando com desafios complexos de segurança da informação.

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anos de mercado

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de suporte

Conteúdos pensados para ajudar você nos desafios de Segurança da Informação

Por Helena Motta 16 de setembro de 2026
Uma aplicação SaaS pode estar homologada pela empresa, ter autenticação multifator habilitada, usuários devidamente cadastrados e um fornecedor com boas práticas de segurança. Ainda assim, pode existir um caminho para dados críticos que a equipe de segurança simplesmente não está enxergando. Esse caminho pode ter começado de maneira bastante legítima: alguém conectou uma ferramenta ao CRM para automatizar uma tarefa. Outro time autorizou um aplicativo a acessar arquivos corporativos. Uma integração via API foi criada para um projeto que terminou meses atrás. Uma conta de serviço ganhou permissões temporárias que nunca foram removidas. Nada disso parece particularmente alarmante quando observado isoladamente, o problema aparece quando essas conexões se acumulam. O SaaS tornou mais simples contratar aplicações, integrar plataformas e automatizar processos. Essa agilidade é uma das razões de sua adoção, mas também fragmentou a superfície que TI e Segurança precisam acompanhar. Hoje, proteger o ambiente não significa apenas saber quais aplicações a empresa utiliza. É necessário entender como elas se conectam, quais dados circulam entre elas e o que cada conexão está autorizada a fazer .
Por Helena Motta 2 de setembro de 2026
Quando pensamos em ransomware, ainda é comum imaginar um hacker trabalhando sozinho, desenvolvendo um malware e procurando uma empresa vulnerável para atacar. Porém, essa imagem está cada vez mais distante da realidade. Hoje, muitas operações de ransomware fazem parte de um ecossistema estruturado, com desenvolvedores, operadores, afiliados, fornecedores de acesso, infraestrutura própria e modelos de divisão de receita. A Fortinet descreve essa evolução como uma industrialização do cibercrime , marcada por especialização de funções, automação e estruturas capazes de transformar acessos comprometidos em lucro de forma cada vez mais eficiente. Um dos principais responsáveis por essa transformação é o Ransomware-as-a-Service (RaaS) . Mais do que uma nova maneira de distribuir malware, o RaaS criou um modelo no qual diferentes criminosos podem participar de partes específicas de uma operação sem precisar dominar todo o processo de ataque.
Por Helena Motta 5 de agosto de 2026
A discussão recente sobre inteligência artificial e cibersegurança esteve concentrada por muito tempo em uma pergunta: a IA será capaz de realizar um ataque cibernético? O episódio envolvendo a OpenAI e a Hugging Face mostra que essa pergunta já não é suficiente. Em julho de 2026, a OpenAI informou que agentes de inteligência artificial utilizados em uma avaliação interna conseguiram explorar vulnerabilidades, sair de um ambiente de testes isolado, obter acesso à internet e comprometer parte da infraestrutura da Hugging Face. A própria empresa classificou o caso como um incidente cibernético sem precedentes. A própria OpenAI classificou o episódio como um  incidente cibernético sem precedentes , expressão que também ganhou destaque na cobertura da UOL/AFP sobre o caso. O caso não significa que uma IA tenha desenvolvido consciência, intenção própria ou vontade de atacar uma organização. Os agentes estavam orientados a alcançar um objetivo definido durante um teste de capacidade cibernética. O problema é que, para cumprir essa tarefa, encontraram caminhos que ultrapassaram os limites esperados pelos pesquisadores. Essa diferença é importante. O risco não está em uma máquina “decidir se rebelar”, como algumas interpretações sugerem. Está na capacidade de sistemas autônomos encontrarem meios inesperados para atingir uma meta, especialmente quando possuem acesso a ferramentas, credenciais, ambientes corporativos e recursos computacionais. Para as empresas, o incidente deixa dois alertas. O primeiro está relacionado ao avanço do pentest com inteligência artificial. O segundo envolve a governança dos agentes de IA que já começam a fazer parte das operações corporativas. O episódio também ganhou repercussão internacional por mostrar que capacidades antes observadas principalmente em avaliações controladas já podem produzir consequências em infraestruturas reais. A cobertura da BBC News Brasil sobre o incidente ajuda a contextualizar por que o caso ampliou o debate sobre autonomia, limites operacionais e governança de agentes de IA.
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