Segurança
que conecta
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A Contacta leva o melhor da tecnologia em Segurança da Informação para a sua empresa, proporcionando proteção contra ameaças cibernéticas e vazamento de dados

Soluções de Segurança da Informação

Proteja usuários, dados e aplicações com soluções de segurança personalizadas para o seu negócio

Proteja suas aplicações e dados em nuvem, com soluções que garantem segurança e alta performance.

Garanta proteção para os seus usuários, independente do lugar ou do dispositivo que ele esteja usando.

Leve mais segurança para a sua rede corporativa, garantido proteção e alta disponibilidade para dados e aplicações on premise.

Ofereça navegação segura para os seus usuários e proteja a sua empresa contra sites maliciosos e ameaças web.

Integre diferentes soluções de segurança, colete dados e garanta a visibilidade para prevenir e responder rapidamente a ameaças cibernéticas.

Conte com soluções que facilitam a aderência à legislação e garanta governança dos sistemas e dados da empresa.

Identifique e corrija falhas de segurança nas aplicações ao longo de todo o desenvolvimento, através de integrações, controles eficientes e automações.


Conte com nosso time de especialistas para apoiá-lo de ponta a ponta nos seus desafios de segurança

Implantação de Soluções

Projetos de segurança da informação desenvolvidos sob medida, de acordo com as necessidades e objetivos estratégicos de cada cliente.

Migração para a Cloud

Os especialistas da Contacta ajudam você a garantir mais segurança, eficiência e controle de custos na sua jornada de migração para a nuvem.

Suporte especializado

A Contacta conta com um time de especialistas certificados e a expertise de mais de 30 anos lidando com desafios complexos de segurança da informação.

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de suporte

Conteúdos pensados para ajudar você nos desafios de Segurança da Informação

Por Helena Motta 11 de fevereiro de 2026
Durante muito tempo, segurança de rede foi praticamente sinônimo de proteger o perímetro. Bastava ter um bom firewall na entrada e organizar os ativos internos por zonas relativamente estáticas. Esse modelo funcionava bem quando aplicações estavam concentradas em data centers próprios, usuários trabalhavam majoritariamente dentro da empresa e os fluxos de comunicação eram previsíveis. Esse cenário mudou radicalmente. Hoje, a maioria das organizações opera em ambientes híbridos, multi-cloud, com workloads distribuídos, colaboradores remotos, APIs expostas e integrações constantes com terceiros. Nesse contexto, ataques modernos deixaram de focar apenas no ponto inicial de invasão e passaram a explorar, de forma sistemática, a movimentação lateral dentro das redes. Esse padrão é amplamente documentado em relatórios de ameaças da CrowdStrike, no Verizon Data Breach Investigations Report e no framework MITRE ATT&CK, todos reconhecidos como referências na área. É justamente nesse ponto que segmentação e microsegmentação deixam de ser apenas boas práticas técnicas e passam a ser elementos estratégicos da arquitetura de segurança.
Por Helena Motta 28 de janeiro de 2026
A nuvem se consolidou como base da infraestrutura digital moderna. Aplicações críticas, dados sensíveis e processos centrais de negócio estão cada vez mais distribuídos entre provedores de cloud, ambientes SaaS e data centers locais. Esse modelo trouxe escalabilidade, velocidade e redução de custos, mas também expandiu de forma significativa a superfície de ataque. Com o crescimento de ambientes híbridos e multicloud, a complexidade operacional aumentou. Empresas passaram a lidar simultaneamente com diferentes arquiteturas, modelos de segurança, políticas de acesso e mecanismos de monitoramento. Nesse contexto, surge uma percepção equivocada: a de que “a nuvem é segura por padrão”. Embora provedores ofereçam infraestrutura robusta, a responsabilidade pela proteção de dados, acessos, configurações e aplicações continua sendo da organização. O resultado é um aumento dos riscos operacionais e de segurança. Atacantes exploram lacunas entre ambientes, erros de configuração e identidades mal gerenciadas. A nuvem, longe de ser apenas um recurso tecnológico, torna-se um novo campo estratégico de defesa cibernética.
Os novos padrões de MFA em 2026: o que realmente funciona contra ataques avançados
Por Helena Motta 13 de janeiro de 2026
D urante anos, a autenticação multifator (MFA) foi tratada como o “antídoto definitivo” contra ataques baseados em credenciais. Implementar um segundo fator parecia suficiente para reduzir drasticamente o risco de invasões. Em 2026, essa lógica já não se sustenta sozinha. O avanço dos ataques baseados em identidade mostrou que nem todo MFA oferece o mesmo nível de proteção e, em alguns casos, pode até criar uma falsa sensação de segurança. Hoje, a pergunta central não é mais “sua empresa usa MFA?”, mas sim: que tipo de MFA está sendo utilizado e se ele é capaz de resistir a ataques avançados, automatizados e orientados por engenharia social. O mercado caminha para padrões mais inteligentes, adaptativos e resistentes a phishing, alinhados a estratégias de Zero Trust e proteção contínua de identidade.
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