Segurança
que conecta
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A Contacta leva o melhor da tecnologia em Segurança da Informação para a sua empresa, proporcionando proteção contra ameaças cibernéticas e vazamento de dados

Soluções de Segurança da Informação

Proteja usuários, dados e aplicações com soluções de segurança personalizadas para o seu negócio

Proteja suas aplicações e dados em nuvem, com soluções que garantem segurança e alta performance.

Garanta proteção para os seus usuários, independente do lugar ou do dispositivo que ele esteja usando.

Leve mais segurança para a sua rede corporativa, garantido proteção e alta disponibilidade para dados e aplicações on premise.

Ofereça navegação segura para os seus usuários e proteja a sua empresa contra sites maliciosos e ameaças web.

Integre diferentes soluções de segurança, colete dados e garanta a visibilidade para prevenir e responder rapidamente a ameaças cibernéticas.

Conte com soluções que facilitam a aderência à legislação e garanta governança dos sistemas e dados da empresa.

Identifique e corrija falhas de segurança nas aplicações ao longo de todo o desenvolvimento, através de integrações, controles eficientes e automações.


Conte com nosso time de especialistas para apoiá-lo de ponta a ponta nos seus desafios de segurança

Implantação de Soluções

Projetos de segurança da informação desenvolvidos sob medida, de acordo com as necessidades e objetivos estratégicos de cada cliente.

Migração para a Cloud

Os especialistas da Contacta ajudam você a garantir mais segurança, eficiência e controle de custos na sua jornada de migração para a nuvem.

Suporte especializado

A Contacta conta com um time de especialistas certificados e a expertise de mais de 30 anos lidando com desafios complexos de segurança da informação.

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anos de mercado

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de suporte

Conteúdos pensados para ajudar você nos desafios de Segurança da Informação

Por Helena Motta 5 de agosto de 2026
A discussão recente sobre inteligência artificial e cibersegurança esteve concentrada por muito tempo em uma pergunta: a IA será capaz de realizar um ataque cibernético? O episódio envolvendo a OpenAI e a Hugging Face mostra que essa pergunta já não é suficiente. Em julho de 2026, a OpenAI informou que agentes de inteligência artificial utilizados em uma avaliação interna conseguiram explorar vulnerabilidades, sair de um ambiente de testes isolado, obter acesso à internet e comprometer parte da infraestrutura da Hugging Face. A própria empresa classificou o caso como um incidente cibernético sem precedentes. A própria OpenAI classificou o episódio como um  incidente cibernético sem precedentes , expressão que também ganhou destaque na cobertura da UOL/AFP sobre o caso. O caso não significa que uma IA tenha desenvolvido consciência, intenção própria ou vontade de atacar uma organização. Os agentes estavam orientados a alcançar um objetivo definido durante um teste de capacidade cibernética. O problema é que, para cumprir essa tarefa, encontraram caminhos que ultrapassaram os limites esperados pelos pesquisadores. Essa diferença é importante. O risco não está em uma máquina “decidir se rebelar”, como algumas interpretações sugerem. Está na capacidade de sistemas autônomos encontrarem meios inesperados para atingir uma meta, especialmente quando possuem acesso a ferramentas, credenciais, ambientes corporativos e recursos computacionais. Para as empresas, o incidente deixa dois alertas. O primeiro está relacionado ao avanço do pentest com inteligência artificial. O segundo envolve a governança dos agentes de IA que já começam a fazer parte das operações corporativas. O episódio também ganhou repercussão internacional por mostrar que capacidades antes observadas principalmente em avaliações controladas já podem produzir consequências em infraestruturas reais. A cobertura da BBC News Brasil sobre o incidente ajuda a contextualizar por que o caso ampliou o debate sobre autonomia, limites operacionais e governança de agentes de IA.
Por Helena Motta 1 de julho de 2026
Durante muito tempo, a gestão de vulnerabilidades seguiu uma lógica relativamente simples: identificar falhas, classificá-las por criticidade e iniciar a correção a partir das mais graves. Essa abordagem ainda tem valor, mas já não responde sozinha à complexidade do cenário atual. Hoje, as empresas lidam com ambientes cada vez mais distribuídos, ativos em nuvem, sistemas legados, aplicações de terceiros, APIs, bibliotecas open sourc e e uma superfície de ataque em constante expansão. Em paralelo, atacantes passaram a explorar falhas com mais velocidade, enquanto as equipes de segurança precisam lidar com volumes cada vez maiores de alertas, correções e decisões. Esse cenário torna a gestão de vulnerabilidades menos linear. A criticidade continua sendo um indicador importante, mas não deve ser o único critério para definir prioridade. Em muitos casos, uma vulnerabilidade considerada média pode representar mais risco para o negócio do que uma falha crítica, dependendo de onde ela está, do ativo afetado e da possibilidade real de exploração.
Por Helena Motta 16 de junho de 2026
Seja na automação de tarefas, na análise de dados, no desenvolvimento de software ou no atendimento ao cliente, a adoção das ferramentas que utilizam inteligência artificial generativa cresce em um ritmo que poucas tecnologias conseguiram alcançar. O problema é que a velocidade da adoção nem sempre vem acompanhada da mesma maturidade em segurança. Enquanto as organizações buscam ganhos de produtividade e eficiência, novas preocupações surgem. Informações confidenciais sendo inseridas em ferramentas públicas, falta de visibilidade sobre o uso da tecnologia, vulnerabilidades em aplicações baseadas em IA e desafios de governança são apenas alguns exemplos. Durante o webinar "Cibersegurança aplicada à adoção de IA pelas empresas", realizado pela Contacta em parceria com a Check Point, foi apresentado um modelo que ajuda a entender onde estão os principais riscos e como criar uma estratégia de proteção mais abrangente.  A proposta é simples: segurança em IA não deve ser tratada como um único controle ou ferramenta. Ela precisa acompanhar toda a jornada da inteligência artificial dentro da organização.
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